a humanidade só será LIVRE, quando o último corrupto for enforcado nas tripas do derradeiro capitalista

30 de dezembro de 2012

EM MARCHA A PRIVATIZAÇÃO DO SNS



Segundo o tipo da imagem que se diz secretário de estado da (falta) de saúde,”…. o estado gasta muito dinheiro com o SNS e têm de se os portugueses a evitar tais custos….”, para tal, há que prevenir certos “vícios” tais como o tabagismo, as drogas, os maus hábitos alimentares, etc..

Se a segunda parte da ideia está correcta, mesmo que para tal ter de ser o estado a encontrar mecanismos para que tal aconteça, já a primeira cheira-me a esturro, principalmente vinda de quem vem.

Todos sabemos que esta gente ultra-liberal  que está a vendar  (não a vender) o país a pataco, perde-se por de quando em vez, enfiar umas alfinetadas no SNS, tentando desacredita-lo e colocando o povo contra o mesmo, para assim melhor o PRIVATIZAR, desfazendo-se de uma “despesa”  para eles inútil, podendo assim, com as verbas “poupadas”, engrossar o pecúlio  de bancos, banqueiros e capitalistas vários, para além de benesses a eles próprios.

Tais afirmações, parecendo que são para nosso bem (não fumar, ter uma alimentação regrada, fazer exercício físico, etc.),  não são mais que um “AVISO” para nos ir-mos preparando para a entrega, na próxima legislatura  dos serviços de saúde UNIVERSAIS E GRATUITOS, constitucionalmente consignados a empresas privadas, nomeadamente bancos e seguradoras. Por tal, é melhor começar-mos a deixar de fumar, comer, fazer amor e até respirar, porque dentro de pouco tempo, quem quer cuidados de saúde PAGA-OS.

 ESTA É A VERDADE E PARA NOSSO MAL, ESTAMOS TODOS A SER ENGANADOS.

Num futuro não muito longínquo quando um utente for ao SNS e lhe for diagnosticado um qualquer problema intestinal, o médico assistente diz-lhe: "o senhor não sabia que não podia comer batatas fritas? Não sabe que os fritos fazem mal? Porque não teve uma alimentação regrada? Olhe vá-se curar a outro sítio.

Ou então, um tipo já entradote na idade que já não tendo "alimento" sexual em casa, por motivos da avançada idade da esposa, resolve telefonar para um daqueles números que vêm nos jornais de meninas que prestam serviços mínimos, o homem já há muito desabituado aos prazeres de "carne nova" e ao ritmo da mesma, deu-lhe uma paragem cardíaca (coisa ligeira) e ala, hospital com ele. Lá chegado, o médico da urgência questionou-o: "...então o senhor não sabia que não se pode "meter" nesses extrafegos? Não lhe posso acudir, vai ter de se aguentar sozinho. 

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