a humanidade só será LIVRE, quando o último corrupto for enforcado nas tripas do derradeiro capitalista
a desobediência é a verdadeira base da liberdade, os obedientes são necessariamente escravos
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14 de setembro de 2007

SELECÇÃO PORTUGUESA (PARTE II)

Infelizmente vou falar novamente da nossa selecção.

Não do resultado, pois em futebol há três possíveis, mas sim das cenas ou da cena tipo filme XXX, com que o técnico nos brindou a todos.

Sem por em causa a competência do senhor, nem sequer a sua sanidade mental, acho que escusava de nos envergonhar daquela maneira.

Se a um vulgar trabalhador de Lineu, que aufere o salário mínimo, trabalha oito ou mais horas todos os dias, não se pode admitir certos desabafos; a uns sr´s que ganham fortunas, trabalham meia dúzia de dias por ano, para além de terem a mania que são inteligentes, não se pode admitir sequer uma palavra menos correcta, quanto mais cenas maquiavélicas daquelas.

Não sou adepto deste futebol, aliás, já o afirmei bastas vezes, este futebol e estes artistas são autênticas marionetas nas mãos de indivíduos sem o mínimo de escrúpulos, de tipos sem o mínimo de princípios éticos e de convivência civilizada, eles (futebol e artistas) coitados, sem o saberem (ou será que sabem) são como a pastilha elástica, mastiga-se e deita-se fora.

Vejam o exemplo da selecção de Rugby, onde cantar o Hino Nacional é uma alegria que leva alguns ATLETAS às lágrimas, onde representar o país é uma honra. Parabéns rapazes.


VIVA O DESPORTO AMADOR, VIVA O DESPORTO PARA TODOS

31 de agosto de 2007

SELECÇÃO PORTUGUESA????????

Sinceramente não sei o critério que leva estes Sr.’s a cometerem tais barbaridades.

Como Português tenho (tinha??) orgulho nas prestações dos nossos atletas quer colectivamente (selecções) quer individualmente (mais propriamente atletismo).

Quem não vibrou com as proezas que levaram milhares às lágrimas do saudoso Joaquim Agostinho (para mim o melhor atleta português de sempre) por estradas de França e não só, onde antes o Alves Barbosa deu cartas.

Quem não se sentiu orgulhoso até à emoção com os 10 mil metros de Manuel de Oliveira em Tóquio, da maratona de Carlos Lopes nos Jogos Olímpicos na Cidade dos Anjos. Ou Rosa Mota em Tóquio, Aurora Cunha, Fernando Mamede, etc., nunca esquecendo o grande Eusébio (para mim o melhor futebolista do mundo de todos os tempos) ou mais recentemente a Vanessa Fernandes e outros mais.

Por este andar, (será da globalização?) teremos, não tarda muito, representações nacionais com a totalidade ou quase de atletas estrangeiros. E não venha o Sr. Scolári dizer-nos que o Nani, o Djaló, etc. são cabo-verdianos, é mandar-nos areia para os olhos.

O que pergunto ao sr. Madail é se vai ensinar o HINO NACIONAL ao Deco (já não era sem tempo), ao Pepe e a outros que o brasileiro lhe exija.