Não serei muito ignorante se perguntar donde veio este sr.
Nada tenho contra quem quer que seja, nem tão pouco o que fazem ao dinheiro que têm. O que me preocupa (e muito) é saber donde ele (o dinheiro) veio, ou melhor como foi arranjado, pois, como sabemos, existem muitas formas de o “ganhar”. Pelo menos (e continuando na minha ignorância) não se sabe nada ou quase, a forma como o sr. de “desenrascou” lá pelas estranjas.
Quantas empresas tem?
Quantos postos de trabalho criou?
Que mais valias trás ao país?
Etc., etc., etc….
Estou a perguntar pois não sei, e as minhas pesquisas foram infrutíferas.
Penso, como o dito sr. se tornou numa figura mediática, onde não há TV, rádio ou jornal que não queira tê-lo à mão de semear (as audiências assim o obrigam) era bom que nos dissesse qual a fórmula “mágica” que tem para se ser rico. E olhe sr. “comendador” há por aí muito boa gente que não se importava nada. Claro, mas não nos venha com a velha retórica “trabalhei noite e de dia que nem um ca…b….rão, passei muita fominha, e tudo o que tenho foi ganho de forma honesta, blá, blá, blá” para mim, este tipo de conversa, já foi chão que deu uvas.
No seu portuganhês anafado, para o dito sr. já não lhe chega os 80% ou lá ou quê das acções do Benfica, já pretende abrir um banco com o nome do clube, claro com ele a controlar e a meu ver é o que vai fazer com o Benfica.
Mais uma vez o puro e duro capitalismo mostra as suas poderosas garras.
Não sou adepto de nenhum desporto de natureza profissional, acho que o mesmo deve ser destinado ao povo e ser praticado pelo povo, na sua vertente lúdica, pedagógica e o que de bem faz à saúde. A profissionalização do desporto veio trazer a sua descaracterização, a máxima “corpo são em mente sã” deixou de ter significado.