a humanidade só será LIVRE, quando o último corrupto for enforcado nas tripas do derradeiro capitalista
a desobediência é a verdadeira base da liberdade, os obedientes são necessariamente escravos

23 de março de 2012

VERGONHA, ÓDIO, REPRESSÃO

Portugal está aos poucos a voltar aos tempos tenebrosos do fascismo. As polícias perderam definitivamente o seu conceito básico, a defesa dos cidadãos, o que se passou ontem em Lisboa, aliás na linha de outras situações repressivas que ao longo dos últimos anos se têm verificado, foi a demonstração cabal e inequívoca da NOVA ORDEM. 

Fico também perplexo quando verifico que afinal em Portugal temos grevistas bons e maus, manifestantes bons e maus, desempregados bons e maus, precários bons e maus, pobres bons e maus, pensionistas e reformados bons e maus , etc.. 

Enfim......  

19 de março de 2012

TÃO IGUAIS


Salazar 27 de Abril de 1928
SEI MUITO BEM O QUE QUERO E PARA ONDE VOU


Victor Gaspar 4 de Março de 2012
SABEMOS ONDE ESTAMOS E O QUE QUEREMOS FAZER

Ambos economistas, ministros das finanças, prepotentes, amigos do "quero-posso-e-mando", do "eu é que sei como é",  do "ou fazem como eu mando ou vou-me embora", do "não fui eu que quis vir, vocês é que me foram buscar",  um liberal-fascista, outro ultra-liberal (as diferenças são mínimas ou nenhumas). As semelhanças são notórias, as diferenças nenhumas.

17 de março de 2012

made in SALAZAR

Primeiramente não quero com o presente post ofender a dignidade do jumento, pois falar com esta besta humana é pura burrice.

Pois é, o tipo da imagem quer fazer do ditador aquilo que ele nunca foi, um ser humano. Já lhe ofereceu o nome a uma praça lá do burgo, agora, quer a todo o custo e contra tudo e todos, perpetuar a memória do facínora em marca de vinho e ao que parece outros produtos alimentares. 

Só num país de tótós com governantes a condizer se permite este atentado (mais um) aos muitos que morreram e sofreram às mãos do tirano.

Em vez de  "brandos costumes", chamar-lhe-ia "bravos cobardes".

7 de março de 2012

ÁLVARO, O MINISTRO SEM-PASTA

Como não existe ministro da economia não valeu a pena introduzir o que existe virtualmente no boneco. Pois é, o Álvaro, se tivesse um pouco, só um pouco de dignidade, mandava o Passos e o Gaspar dar um volta ao bilhar-grande e zarpava para o Canadá, donde nunca deveria ter saído.

Passos Coelho e nomeadamente um tal Relvas (o verdadeiro 1º ministro) juntamente com o Gaspar fizeram a folha ao Alvarito emigrante, este, tecnocrata inveterado e nada habituado às manobras mafiosas da classe político,  de super-ministro a ministro sem-pasta demorou apenas uns míseros 9 (NOVE) meses. 

2 de março de 2012

QUEM TEM MEDO DO POVO

Foi assinado ontem em Bruxelas pela camarilha que governa Portugal o chamado "Pacto Orçamental", no qual os membros da UE se comprometem à chamada "regra de ouro", que os países devem inscrever "preferencialmente" na Constituição, embora o texto final agora aprovado admita a possibilidade de ficar consagrada de uma outra forma desde que com valor vinculativo e permanente, obriga cada Estado-membro subscritor do pacto a não ultrapassar um défice estrutural de 0,5 por cento e a ter uma dívida pública sempre abaixo dos 60 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).  A Inglaterra e a República Checa não subscreverem o mesmo e a Irlanda vai efectuar um referendo para ser o Povo a decidir.   

Parafraseando uma dupla de humoristas cá do burgo - E O POVO PÁ? 

Sim, e o Povo que tal como o irlandês não deveria ser ele a decidir se quer ou não quer o dito "pacto"?

Quem tem afinal medo do Povo?
Que democracia é esta?
Que raio de governo este que vai hipotecar (ainda mais) o nosso presente e o futuro dos nossos filhos e netos, só porque a tal Merkel assim o determina?

Já não é chagada a hora de finalmente nos deixarmos de retórica a passarmos à acção efectiva?

Vamos a isso camaradas.  

27 de fevereiro de 2012

MENEZES FOI À NEVE


Que nome se pode dar a este gajo depois de dizer cobras e lagartos dos seus colegas autarcas que deram tolerância de ponto Terça-Feira de Carnaval, afirmar "fico espantado com os arautos da austeridade que depois vêm dar estas benesses" ou "estamos a atravessar a pior crise de sempre, o país não pode fazer mais ""pontes"", ou ainda "em tempo de guerra não se limpam armas", etc., etc..

Entretanto o eunuco foi de vacances para a estância alpina de Chamonix segunda-feira de carnaval, só regressando quinta-feira de cinzas, cagando-se para os seus concelhos demagogos e fascistas.

Haverá certamente muitos adjectivos para classificar um filho de puta destes, mas fico fodido quando me aparecem pela frente, mesmo que seja na TV. 

Gente desta não nos merece nenhuma consideração, para mim são escarros. 

23 de fevereiro de 2012

JOSÉ AFONSO, VOZ DA LIBERDADE

Faz hoje 25 (vinte e cinco) anos que morreu Zeca Afonso. Lutador anti-fascista e amante da liberdade à qual deu a sua voz e talento. Para sempre ficará nos nossos corações. Até já, amigo.

25 de Abril sempre
Fascismo nunca mais.

20 de fevereiro de 2012

SEGURO DE VISITA À TROIKA


Tal como o governo, a UGT e os patrões foram ao beija-mão à Troika, José Seguro também lá foi. Pior que ter um péssimo governo e maus governantes é ter um partido de oposição subserviente e seguidista. 
Seguro, tal como Passos, Portas e demais intrujas, são o mais do mesmo, ou seja, são a mesma coisa e isto por muito que Seguro tente disfarçar.  

16 de fevereiro de 2012

SOPA DOS POBRES


Começo por dizer ao Mota Soares que tenha vergonha e que se demita, deixe-nos em paz com as suas políticas de caridade salazarentas e fascistas. 
Artigo 53.º
É garantida aos trabalhadores a segurança no emprego, sendo proibidos os despedimentos sem justa causa ou por motivos políticos ou ideológicos.
Artigo 65.º
1. Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar. 
 Bastava este politicozito de carácácá ler estes dois artigos da Constituição da Republica Portuguesa para não vir com aquele ar de quem sabe tudo e é "amigo" dos desfavorecidos.
Os portugueses precisam é de trabalho e não de sopa dos pobres, que dirão lá por fora (é esta gente que está sempre a encher a boca com os sinais que damos para o estrangeiro) quando vêm um ministro (governo) a distribuir 50 MILHÕES de Euros para a sopa dos pobres e descuram ajudas de 5 ou 10 MILHÕES para ajudar empresas em dificuldade e assim salvaguardarem centenas de postos de trabalho. Que políticas são estas.
Ou será que estes gajos estão-nos a preparar para uma "coisa" pior que na Grécia?
Será que já sabem algo que nós não sabemos e só o saberemos quando estivermos num buraco sem saída?
Há uns dias Passos Coelho disse que era uma vergonha termos de andar de mão estendida lá por fora, então e já acha bem mais de metade dos portugueses andarem a fazê-lo diariamente e um seu ministro promover tal coisa? 
Demitam-se, vão-se embora, deixem-nos em paz.

15 de fevereiro de 2012

TROIKA FORA DE PORTUGAL


Hoje chegam a Portugal os verdadeiros governantes, depois de terem ido para outras paragens subverter outros países e outros povos à sua ganância capitalista. 

Para estes senhores, seus capangas e defensores vai o meu total desprezo.

Pela independência nacional
Pela nossa soberania
Viva o Poder Popular Revolucionário

12 de fevereiro de 2012

10 de fevereiro de 2012

VITOR GASPAR NO BEIJA-MÃO


Este Gaspar, que até é ministro de Portugal anda ao beija-mão pelas europas e depois vem dizer todo senhor do seu nariz que não, que não vai mexer uma palha para alterar ou negociar o programa de assistência imposto pela Troika, que o mesmo é para cumprir, doa a quem dor (à esta foi do Passos, é a mesma coisa), que a massa que nos emprestaram dá para tudo, blá, blá, blá.  

Uma coisa que me fode nestes gajos é andarem sempre a encher a boca que Portugal não é a Grécia, que somos mais sérios que eles, mais cumpridores e que podem estar descansados que o país não se vai tornar uma Grécia. 

Tretas e mais tretas.

Eles sabem perfeitamente, se a Grécia for à "vida" e tiver de sair do €uro (era a melhor coisa que os gregos faziam) Portugal vai a seguir e lá se vão os privilégios das classes dominantes, lá se vai a burguesia privilegiada e bacoca, porque depois aí sim, era preciso arregaçar as mangas e trabalhar-mos todos para o bem comum e não como agora para enriquecer meia-dúzia de barões da vida boa.  

7 de fevereiro de 2012

PASSOS COELHO, O PIEGAS

"...os portugueses têm de deixar de ser piegas...."

Olha Passos Coelho, piegas é a tua tia (sem ofensa para a dita).

Então se tens o Povo esfomeado, sem futuro, sem perspectivas, sem trabalho, sem dinheiro, etc., que querias tu, que nos resignasse-mos? Que nos calasse-mos? Que nos deixasse-mos amedrontar? Que não lutasse-mos? 

Não Passos Coelho, o Povo um dia te dará a resposta adequada.

4 de fevereiro de 2012

E O CARNAVAL DA INCOMPETÊNCIA CONTINUA

 
Passos Coelho anunciou ontem que não havia este ano feriado de Terça-Feira de Carnaval. Mais uma vez estes tipos fomentam a descriminação entre portugueses, ou seja, uns (os governantes) andam diariamente mascarados e travestidos de democratas, os restantes, continuam dia após dia, ano após ano a ser gozados, humilhados e  ofendidos por estes palhacitos de caracacá. 

3 de fevereiro de 2012

BANCO BPI, O FALSO TESO

 
Eis a primeira imagem do "dono" do BPI tirada hoje de manhã em plena Rua Augusta.

O dito, veio ontem afirmar em conferência de imprensa que o banco BPI teve um prejuízo de 200 milhões de Euros, mais coisa menos coisa. Claro que todos sabemos como são estas contas, é a engenharia financeira a funcionar, estes números servem para o estado (todos nós) injectar milhões de euros para colmatar as "perdas", aliás, a banca prepara-se para receber do estado três mil milhões de euros, para além dos tais doze mil milhões que a Troika disponibiliza, deste "bolo", o BPI vais encaixar cerca de setecentos milhões de euros.   

Eu, que tenho um coração de monge e me comovo quando vejo estas coisas, e já que se fez um peditório para ajudar o Silva de Boliqueime, em vez de ir-mos para o Centro-Comercial ver as miúdas,  porque não fazermos um enorme peditório para ajudar este ilustre português (com um nome esquisito) que está a passar por momentos dolorosos.

Já agora, onde estão os milhões de milhões que estes tipos ganharam (roubaram) ao longo de todos estes anos.

1 de fevereiro de 2012

BERARDO, O TESO POMPOSO


Só realmente numa república das bananas pode aparecer um intruja, carregado de dinheiro cinzento, armado em soba e que entra por aqui a dentro e é recebido e tratado como o rei da Pérsia. Nunca gostei da maneira do gajo, sempre o achei arrogante e com tiques de Apartheid, , aliás, era amigo íntimo desse grande "defensor" dos direitos dos negros sul-africanos Pik Botha , o que diga-se, não abona nada a seu favor. 
                     
Hoje, veio à estampa a notícia que o homem está falido, que já nem dinheiro tem para comprar cigarros, sim, porque os havanos há muito que não os cheira, que há por aí umas instituições bancárias que vão ficar a arder com uns valentes milhões (só a CGD empresta-deu ao dito MIL MILHÕES DE EUROS) e sabem quem estava na altura no referido banco? E que tratava destes "empréstimos"? Pois claro, um tal Armando Vara, sim, esse mesmo.

Como se verifica, na teia mafiosa e corrupta em que se tornou este país, os personagens são sempre os mesmos, ou seja, gajos tesos e ranhosos que sobem na vida à custa de trafulhices, e, quase todos da esfera político-partidária. 

Deixo aqui um conselho ao Joe, não volte à "sua" África do Sul pois pode perder a cabeça, não vá as novas autoridades daquele país reabrir o Inquérito van Zy. 

25 de janeiro de 2012

O INSPIRADOR


Com o términos do programa radiofónico "ESTE TEMPO" na RDP (rádio pública) pelo super-ministro  Miguel Relvas, o governo mostra as suas garras ao censurar o mesmo. Estamos no tempo da lei-da-rolha, onde criticar publicamente as acções do governo ou dos seus "amiguinhos" angolanos é CRIME. Raquel Freire, cronista do programa admitiu sentir pressões de "cima" várias vezes. Caiu-lhes a máscara, Salazar deixou seguidores e continua vivo nas mentes doentias desta gente doente e com tiques ditatoriais. O pior é que o fazem às claras, sem desprimor, sem vergonha, sem moral e sem princípios. Gente desta não presta.    

23 de janeiro de 2012

Vamos imaginar

Desamores

Vamos imaginar Passos Coelho a contar tostões para ir à farmácia. Paulo Portas a perguntar o preço da carne e a ficar-se pelas asas de frango, já com cinco prestações da casa em atraso...


Nos subterrâneos deste Inverno empobrecido, vamos trocar os lugares.

Vamos imaginar Passos Coelho a contar tostões para ir à farmácia. Paulo Portas a perguntar o preço da carne e a ficar-se pelas asas de frango, já com cinco prestações da casa em atraso. Relvas na fila do rendimento social de inserção. Gaspar desempregado a almoçar em espaços de voluntariado de apoio aos sem abrigo. Penhoraram-lhe a casinha.
A cada medida que esta cambada toma mais vontade se tem de a imaginar a viver como aqueles a quem pagam. Imaginar o tipo do Pingo Doce sentadinho a uma caixa, muitas horas seguidas, aflitinho para ir à casa de banho e sem poder, porque a fila é infinita, a registar e ensacar mercadorias e no fim do mês a receber meia dúzia de euros e alguns produtos dados por ostensiva caridade.

Imaginar todos os membros do governo a viverem com o salário mínimo, a regressarem a casa, abatidos, num demorado e incompetente transporte público, cansados, montados na desesperança.
Vamos trocar de lugares. Vamos imaginar Américo Amorim a trabalhar nas minas, com o capacete adornado de lanterna, descendo de picareta em punho às profundezas da terra. Não, não era uma visita de circunstância, rápida e formal para a câmara televisiva. Era mesmo a bulir muitas horas sem ver a luz do sol. Todos os dias. Afinal o homem é um trabalhador.
Podemos também pôr Belmiro na construção civil a dar serventia a um pedreiro e a aquecer o almoço numa fogueira.
Imaginar esta gente a engolir os impropérios e as obscenidades cuspidas por entidades patronais menores e maiores e sentir a pele a arrepiar-se com medo do despedimento é um exercício absolutamente lúdico, saudável, e descompressor.
Nas horas de muito calor, alguma desta gente podia trabalhar a remendar estradas. As estradas camarárias do nosso país precisam muito de arranjo e manutenção. Mira Amaral podia colocar o alcatrão, enquanto Dias Loureiro carregava brita. Era uma parceria.

Nesta troca de lugares podemos pôr Catroga, já velhote, no papel de um reformado que faz biscates. A reforma. Não chega. Dois pares de ceroulas a protegerem-no do frio. Sem dinheiro para ligar o aquecedor. A eletricidade está muito cara.
Assunção Cristas a trabalhar num shopping, cumpriria horários escandalosos, para receber no fim do mês menos que o salário insignificante que a lei prescreve.
E a justíssima ministra da justiça seria uma trabalhadora da empresa a quem teria sido adjudicada a limpeza dos tribunais. Entraria às seis da manhã, limpava os corredores onde gente ansiosa passeará a partir das nove, aspiraria os gabinetes dos magistrados, as salas de audiências, os compartimentos destinados aos advogados, eclipsando-se depois de mansinho, quando os primeiros funcionários começassem a aparecer, assumindo a invisibilidade asséptica que estas funções sempre requerem. A bata com o logótipo da empresa assentar-lhe-ia a preceito.

O tipo da economia, o Álvaro, seria meio contínuo, meio segurança, de uma qualquer empresa privada. Auferiria à volta de quatrocentos e oitenta e cinco euritos. É bom. Apesar das varizes estaria sempre de pé, ligeiramente encurvado quando passassem os patrões. Trazia e levava recados, assegurando-se que tudo estava sob controlo. Faria cumprir, escrupulosamente, as indicações patronais. No fundo, não desempenharia funções muito diferentes daquelas que agora desempenha. A diferença era só na remuneração.
Vamos trocar de lugares a ver se gostam.
Portugal é um desamor europeu. Nesse desamor cabe tudo. O sobrolho carregado cheio de suspeições da UE ou do que dela sobra; o lixo condenatório das agências ou mercados ou lá o que é; o desplante das troikas em aparições televisivas.

Querem que este pedaço de terra onde vivem pessoas perca a configuração política e económica de país e se transforme numa coisa em forma de coisa nenhuma. Num espaço tristonho, deprimido e depressivo a tresandar a desgraça. Só a corja anda tão imperturbável como eufórica.
Por isso toma medidas supostamente irreversíveis num frenesim de urgências inadiáveis.
À medida que os dias nos vão pesando mais, o sorriso deles expande-se num turbilhão veemente. 

Os cortes fervilham. Cortes nos dias, nos anos, nos salários, nas almas, nos direitos. Viva a desbunda e o vale tudo.

Este é um governo genuína e assumidamente de direita.

A direita portuguesa tem muito ano de experiência no pêlo. Muito ano de prática sucessiva de pouca-vergonha. Muito ano de negócios protegidos pelo estado e pagos por todos nós. Muito ano de pilhagem, de bom viver, de ganância apadrinhada pelo poder. Muito ano de sentimentos de aço, de desprezo altivo, às vezes pio e caritativo, outras vezes boçal, a estoirar da alarvidade que a descompaixão explícita contém.

Mas sempre a mesma soberba e o mesmo desplante que lhe vem da convicção de que o mundo gira apenas para que tudo o que lhe diz respeito fique na mesma. A direita portuguesa é um monumento à agressão, à grosseria e à malandrice.

A sórdida direita portuguesa. Dói o desalmado desamor e a pantominice retórica.

Vamos trocar de lugares? Só a ver se gostam.

Por Alice Brito, Dirigente do Bloco de Esquerda