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28 de agosto de 2012
RUA COM A TROIKA
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25 de agosto de 2012
MARINALEDA, UM EXEMPLO PARA TODOS NÓS
Todos os caminhos parecem ir dar a Marinaleda. A localidade andaluza
permanece calma e aparentemente indiferente, no pico do sol abrasador da
tarde. Estão mais de 40 graus, são poucas as pessoas que se aventuram
nas ruas. A toponímia da terra cruza a Avenida da Liberdade com a Rua
Ernesto Che Guevara. O que fez esta terra de 2800 habitantes para de
repente estar nas bocas do mundo e invadida de equipas de televisão que
vão desde a chinesa e da poderosa Alemanha à omnipresente Al Jazira?
Há dias, os activistas do Sindicato Andaluz dos Trabalhadores (SAT),
capitaneados pelo alcaide de Marinaleda, Juan Manuel Sánchez Gordillo,
entraram em dois supermercados da região, carregaram uma dezena de
carrinhos com bens de primeira necessidade e saíram sem pagar. Os
produtos foram entregues a famílias que passam fome. A acção pretendia
denunciar, segundo os seus autores, o facto de as grandes superfícies
deitarem fora os produtos que não vendem numa altura que o desemprego na
região é superior a um milhão e 200 mil pessoas e a fome atinge quase
dois milhões e 200 mil espanhóis, segundo os sindicalistas.
Os activistas foram detidos pela polícia, posteriormente libertados e
acusados judicialmente. O presidente da câmara de Marinaleda e deputado
no parlamento regional da Andaluzia pela Esquerda Unida, Sánchez
Gordillo, declarou aos media que desejava abdicar da sua imunidade parlamentar para receber o mesmo tratamento que os outros.
São 20 horas. Perto da Casa do Povo, portas meias com a sede do
sindicato, as pessoas concentram-se. Está convocada uma assembleia, a
forma que em Marinaleda se resolvem todos os assuntos. Durante a tarde,
os carros com megafones convocaram as pessoas. Agora, à porta, estão uma
centena de homens a fumar. Dentro da sala abafada pelo calor já se
encontram sentadas cerca de 200 mulheres de todas as idades. Muitas
delas abanam leques. As portas da Casa do Povo têm sobre as arcadas as
inscrições, em letras de metal: “Um outro mundo é possível” e “Utopia”.
Esperam pacientemente Gordillo, que foi a Madrid, para discutirem as
marchas convocadas para a manhã seguinte. Depois da prisão dos
sindicalistas foi organizada uma “marcha de trabalhadores” que
percorrerá várias regiões da Andaluzia para conseguir espalhar como um
vírus as acções directas do sindicato. Esta é, segundo nos dizem os
habitantes de Marinaleda, uma “assembleia de luta” – existem outras para
discutir trabalho comunitário, investimentos da autarquia e todos os
assuntos que interessam aos habitantes. Esperanza del Rosario Saavedra,
teniente alcalde em Marinaleda – uma espécie de vice-presidente da
câmara –, diz-nos que a situação na Andaluzia está mal. “Há 30 anos que a
situação no mundo rural é má. Com a crise e a mecanização da
agricultura, o trabalho tornou-se ainda mais precário e ainda há mais
desemprego. A terra concentrou-se nas mãos dos grandes proprietários,
que têm como objectivo ganhar dinheiro, e não garantir emprego”. No
município vizinho de Marinaleda, Rubio, são visíveis grandes campos de
girassóis a secarem ao sol, sem terem sido aproveitados. Na terra
explicam-nos que são frequentes: são culturas subsidiadas pela União
Europeia que quase não precisam de trabalho humano e que os
proprietários recebem à cabeça, sem mesmo precisarem de colher o que foi
semeado. Uma fraude proveitosa. Diferente é a vida aqui: desde o ano de
91 que, devido a um longo processo de luta, a população de Marinaleda
tem a gestão comunitária de 1200 hectares de terra. Nesta povoação,
todas as famílias têm trabalho nas terras e nas fábricas que foram
construídas para transformar os produtos agrícolas. “Esta cooperativa e a
terra são o sonho de muitas gerações de trabalhadores que, numa dada
altura, tiveram a coragem de lutar por elas e de as conseguir”, garante
Esperanza.
À sala da Casa do Povo chega finalmente Gordillo, com uma hora de
atraso. Fala da marcha de amanhã e da importância de muitos estarem
presentes. “Para evitar provocações que possam difamar o carácter
pacífico do protesto, é preciso que esteja muita gente.” O presidente
garante que há gente que se sente ameaçada “por os trabalhadores terem
tocado no ponto da sacrossanta propriedade privada”. Revela ter recebido
várias “ameaças de morte”. As intervenções na assembleia são práticas,
como se temessem dar demasiadas informações aos órgãos de comunicação
social presentes. Este antigo professor de História, presidente da
câmara há mais de 30 anos, vestido de negro e, normalmente, de lenço
palestiniano, vai assentando num caderno as pessoas que amanhã às sete
horas vão apanhar as camionetas para a marcha, que começará por volta
das oito no recinto da feira de Homachuelos. Terminada rapidamente a
assembleia, a sala fica deserta, com as suas inscrições na parede, entre
as quais a citação do ideólogo da independência de Cuba, José Martí:
“Quem não tem a coragem de se sacrificar, deve ter pelo menos o pudor de
se calar perante aqueles que se sacrificam” – uma estranha frase para
encimar uma sala de discussão. Em Marinaleda, a participação é o
critério da democracia.
Às sete da manhã – é ainda noite frente à sede do ayuntamento, mas a
temperatura está nuns sufocantes 30 graus –, os mais de 150 inscritos já
fazem filas para as três camionetas. Com 30 minutos de atraso, arrancam
os veículos. Perto de mim vai Ruben. Vive em Marinaleda há seis anos,
apaixonou-se por uma rapariga da terra. Como 90% da população da terra, é
jornaleiro. Ao seu lado viaja a namorada do irmão, Cristina,
desempregada, que é da Catalunha. Quando chegamos pelas 8.30 da manhã já
lá estão 200 activistas do sindicato da zona. Com uma hora de atraso,
menos de 400 pessoas iniciam uma marcha pelas estradas. Tirando a
passagem de algum camião ou carro, ou alguns jornalistas que estão em
locais de passagem, a caminhada decorre numa espécie de deserto que é a
paisagem da Andaluzia entre povoações. A solidão dos marchantes não
impede o grito das palavras de ordem. “Não somos banqueiros, não somos
marqueses, somos andaluzes, somos jornaleiros”, é a mais repetida nas
horas do caminho. O sol vai-se tornando impiedoso. As pessoas da
carrinha da frente vão pousando garrafas de água na estrada, que todos
compartilham com alguma sofreguidão. Depois de 12 quilómetros de marcha
passa-se por uma propriedade com um portão de metal encimado por
brazões. Um forte dispositivo da Guarda Civil está junto à entrada. É
anunciado que, devido ao calor, faremos um descanso à sombra de umas
laranjeiras, 500 metros mais à frente. A que se seguirá uma assembleia. A
propriedade segue paralela à estrada e a concentração de todos faz-se
frente a uma estação que está antes do portão da propriedade. Quando a
marcha arranca, passa-se outra vez frente a ele. A Guarda Civil,
amolecida por uma hora de sol, encontra-se mais longe. Como por magia, é
dado um grito de ocupação. Cerca de metade dos marchantes corre para os
portões e passa por uma zona ao lado cuja vedação tem um providencial
buraco. Rapidamente, dezenas de pessoas entram. Atravessam um enorme
jardim. E detêm-se em frente ao Palácio de Moratalla. Aí toma a palavra o
porta-voz do SAT, Diego Cañamero (ver entrevista ao lado), que denuncia
que a propriedade, de uma nobreza que viveu à sombra do franquismo,
estava a ser transformada em hotel de luxo e que os seus proprietários
deviam dinheiro aos trabalhadores e empresas que tinham feito as obras.
“Vamos estar aqui pacificamente. Não tocaremos em nada. Isto não nos
pertence ainda e, se fosse nosso, também não tocaríamos”, garantiu.
Sánchez Gordillo toma de seguida a palavra para explicar que esta
ocupação simbólica serve para denunciar que, enquanto mais de um milhão
de andaluzes não têm trabalho, “os nobres, a classe mais inútil de
Espanha, continuam a deter grandes propriedades, grande parte delas sem
dar trabalho às pessoas da região”. Passados dez minutos chega a Guarda
Civil, que proíbe os jornalistas de fotografar o dispositivo militar,
dizendo que incorrem no crime de desobediência. Informa os sindicalistas
de que cercam a propriedade, que não entrará mais ninguém e que toda a
gente que sair será identificada para futuro procedimento criminal.
Acrescenta que espera uma ordem do juiz para desalojar os ocupantes e
que eles se “tinham metido com gente importante”. Começa uma longa
espera que acabará com a desocupação voluntária do palácio na manhã
seguinte. Os jornaleiros vão circulando à volta do complexo, admirando
as luxuosas instalações. Os mais novos encontram uma piscina e
banham--se. Os mais de 40 graus convidam ao mergulho. Pouco a pouco, até
os mais velhos perdem a prudência e entram na água. Os fotógrafos e as
televisões registam este momento simbólico da ocupação em que os mais
pobres se banham nas águas de um hotel de luxo. O porta-voz do sindicato
resiste, talvez ciente das leituras menos católicas do acto.
Indiferente ao possível aproveitamento está uma mulher de quase 70 anos.
Até há pouco, foi uma das ocupantes de uma herdade da Junta da
Andaluzia que o governo regional quer privatizar. Os jornaleiros do SAT
estão em guerra, neste momento, por essa propriedade de 500 hectares e
uma herdade do exército com 1200 hectares. Defendem que deviam ser
entregues aos trabalhadores porque estão subaproveitadas. Junto à porta
do palácio, Antonio posa para a fotografia ao lado da bandeira da
República. Já com uma certa idade, ostenta uma tatuagem de uma unidade
militar. Diz-me que estas acções são úteis. “Há três anos marchámos
pelos caminhos privados até Madrid, para termos o direito a utilizar
essas estradas. Levámos pancada forte da Guarda Civil, mas chegámos a
Madrid e a lei foi alterada”, afiança o jornaleiro.
Ao sair da propriedade ocupada no início da noite, sou identificado
pela Guarda Civil. Os locais saem mais abaixo, escapando ao registo.
Explicam-me que quem é identificado é condenado a pagar uma multa de 300
euros. Trinta ocupantes voltam de camioneta para Marinaleda. No dia
seguinte, a marcha começará às seis da manhã para quem sair da vila, e
partirá do palácio, que a assembleia decidiu desocupar às oito da manhã.
O objectivo da marcha será atingir a localidade de Pousada ao início da
tarde. Na véspera, a delegada do governo PP de Madrid na Andaluzia
pediu ao governo regional que pusesse Gordillo na ordem, “para pôr fim à
absurda palhaçada que causa dano à imagem da região e de Espanha”.
Converso na tarde seguinte com alguns dos jovens que participaram na
marcha. Ruben e Encarnación conheceram-se numa reunião sobre ensino
público na vila. Há seis anos que ele veio viver para a terra. A sua
casa, como a de grande parte da população, foi construída com apoio da
câmara. Paga, como toda a gente, 15 euros por mês. Quando acabarem de
pagar o que custou, a casa será deles. “Ao valor que a gente pagou foi
abatida a nossa participação no trabalho de construção”, informa Ruben.
Toda a gente tem trabalho na terra. Dantes vinha gente das aldeias
vizinhas trabalhar a Marinaleda; agora, com a crise na construção, o
trabalho concentra-se na terra e nas fábricas da cooperativa, mas é
distribuído por todos. Ensino e habitação são apoiados pela câmara. Tudo
é decidido por assembleia e nenhum dos eleitos da câmara recebe
ordenado. Manolo é irmão de Ruben. São naturais de uma localidade
próxima em que as tradições sindicais também são fortes. O pai é
dirigente sindical. Manolo namora com Cristina, originária da Catalunha,
que está desempregada. Com a crise e a luta das populações de
Marinaleda, “as pessoas, mesmo de longe, começaram a ter conhecimento de
que há formas diferentes de fazer as coisas”, afirma. Nem sempre isso é
garantia da consciencialização de que há uma alternativa, esclarece
Manolo. “Sou empregado num estabelecimento turístico de cinco estrelas. O
meu patrão acha que toda a gente de Marinaleda é ladra. O problema é
que, muitas vezes, o ponto de vista do patrão influencia os empregados”,
diz. Encarnación garante que o modelo de Marinaleda funciona, exige é
muito trabalho e participação. “Não há mais povoações a fazer, neste
momento, o que nós fazemos porque não conseguiram ocupar as terras.
Quando começámos, diziam que éramos loucos, mas os loucos conseguiram
fazer coisas. Mas não é fácil, porque a luta dá muito trabalho.”
Retirado DAQUI
24 de agosto de 2012
BANDIDAGEM
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20 de agosto de 2012
ACORDA POVO, ONDE ESTÃO OS TEUS HERÓIS
A besta (leia-se governo) e suas bestas (leia-se governantes), segundo notícias de hoje , preparam-se para cortar mais 200 milhões de euros no SNS em 2013.
Os cortes e ainda segundo as notícias são "impostas" por Gaspar a Macedo , na sequência do orçamento do estado para o ano de 2013.
Reafirmo o que tenho dito, Portugal caminha a passos largos para o abismo social e económico, alcançando a curtíssimo prazo valores das décadas de 1930/40. A retrocesso civilizacional é um facto que todos vêm e só os mais abastados não descortinam. Os primeiros remetem-se ao seu fatalismo militante e bolorento, os segundos com a barriga cheia, não fazem muito barulho a ver se o "azar" dos primeiros não lhe bate à porta.
Os de barriga vazia, preferem a mesquinhês saloia do divisionismo, do neo-burguesismo bacoco, que a unidade na acção; os de barriga cheia, mais unidos e desbolorados, levam sempre a melhor.
O que está a acontecer aos portugueses neste momento é tão simples como isto: - Uma maioria de esfomeados, não consegue derrotar uma pequeníssima minoria de abastados. E é aqui que está o cerne da coisa, FALTA DE UNIDADE.
Onde estão os teus heróis, POVO?
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14 de agosto de 2012
MOURA ASSADA
Vicente de Moura, reformado da armada e desde 1997!!!!! Presidente do Comité Olímpico de Portugal.
O dito proferiu ontem AQUI uma das maiores manifestações de fascismo alguma vez dita após o 25 de Abril de 1974. Tentando retocar e/ou branquear a má prestação dos atletas nas olimpíadas de Londres/2012, o dito Moura, veio a terreiro com a velha ladainha das más condições que os atletas "lusos" têm e que até existem subsídios em atraso a alguns atletas e respectivos treinadores.
Posto isto nem vem mal ao mundo, já se sabe que em Portugal as coisas funcionam assim, mas a seguir o tal Moura disse mais ou menos isto: ".... porque não reactivar a mocidade portuguesa...." (sic)
Só faltou mesmo dizer ....volta Salazar, estás perdoado.....
Se o homem está senil, só têm de o por a mexer, por onde anda o ministro que tutela estas coisas, presumo que seja um (desaparecido) Relvas, se este não tem condições que avance o Passos Coelho, mas ponham este Moura a andar.
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13 de agosto de 2012
PORTAS A METER ÁGUA
Claro que todos sabemos que neste país não há inquérito que dure até a fim, uns porque os visados são gente do sistema, outros (a maioria) acabam sempre no fundo de uma qualquer bolorenta gaveta, por tal é escusado o MP (Ministério Público) ir sugar mais uns cobres ao erário público na feitura de páginas A4 cheias de rabiscos que ninguém entende.
Esta história dos submarinos e das trafulhices do comprador, já cheiram a cadáver em decomposição, por isso, é chegada a hora de o dito (se tiver tomates) vir a terreiro esclarecer TUDO publicamente, na presença de juízes também eles com bolas pretas, olhos nos olhos e sem subterfúgios.
NOTA
Já agora, por acaso não haveria microfones no ministério da defesa aquando da maratona das fotocópias? Sim, daqueles que o PCP mandou colocar em tudo o que era ministério, agora davam jeito.
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9 de agosto de 2012
COMO É DIFERENTE A LUTA NO LADO DE LÁ
Como é diferente a luta do lado de lá da fronteira. Por cá, salvo uma ou outra descida pela avenida, os nossos sindicatos preferem os brandos costumes bafientos e salazarentos, condenando TUDO o que vai fora do status quo vigente. Claro que o sistema agradece, os falcões do mesmo riem da nossa inoperância de luta efectiva, da nossa subjugação, da nossa mania de ser subserviente e obediente.
Quem mais do que a esquerda do sistema (e não só) para nos mobilizar e incentivar à luta efectiva que dê resultados práticos e imediatos? Sim, quem mais?
Mas quando essa mesma esquerda, ou parte dela, quer a UE e o €uro, quer a negociação da "dívida", enfim, quer manter os seus privilégios institucionais e não só, caros amigos, nada há a fazer.
Ou será que há?
Eu (e não só) penso/pensamos que sim, que existem alternativas ao sistema, que as mesmas se situam no varrer com os capitalistas, incentivando o cooperativismo, o mutualismo, a auto-gestão e a acção directa.
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2 de agosto de 2012
HOMEM OU MONSTRO
Michael Phelps, nadador americano e ganhador de medalhas olímpicas não é um ser humano normal, nem tão pouco um atleta na verdadeira acepção da palavra, é mais um produto de exportação yankee na linha de qualquer míssil, pistola ou metralhadora, "artigos" em que o Tio Sam é exímio.
Mas vamos a pormenores interessantes (ou não) na fabricação deste monstrozinho.
Treina 10 (DEZ) hora por dia.
Se um ser humano normal dorme 7 (SETE) horas diárias, restam 7 (SETE). Se a universidade (se é que frequenta alguma) lhe consomem 5 (CINCO), restam-lhe 2 (DUAS) horas para lazer. Cá na minha o tipo ainda é virgem.
Alimentação diária
Pequeno-almoço: 3 sandes de ovos fritos
(3) cheias de queijo, alface, tomates, cebola frita, maionese. 2
chávenas de café. 1 omolete de 5 ovos. 1 taça de milho. 3 fatias de
“French toast” com açúcar em pó. 3 panquecas com chocolate.
Almoço:
Quase meio quilo de massa. 2 sandes de presunto e queijo com maionese e
pão branco. Bebidas energéticas para acompanhar (1000 calorias delas).
Jantar: Mais meio quilo de massa. Uma pizza inteira. Mais bebidas energéticas.
Pierre de Coubertin, deve estar a dar cambalhotas no túmulo.
Ainda falam/falavam dos atletas da ex. RDA? Ao pé deste eram anjinhos de altar.
Pierre de Coubertin, deve estar a dar cambalhotas no túmulo.
Ainda falam/falavam dos atletas da ex. RDA? Ao pé deste eram anjinhos de altar.
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26 de julho de 2012
CLARO QUE NÃO
Depois da contestação sofrida na rua pelo povo de Cantanhede, Passos Coelho no seu discurso na Expofacic deu mais uma vez a imagem de ditadorzinho precoce e principalmente de um tipo sem coragem que se limita a seguir as directrizes da ladroagem da Troika.
"não estamos a exigir de demais aos portugueses"
Porque não pergunta aos desempregados, precários, pensionistas dos 252,00€ e esfomeados em geral?
“De cada vez que se falha, de cada vez que as coisas não resultam de modo a reforçar a confiança dos que nos emprestam dinheiro, as condições são mais difíceis e o preço a pagar é mais elevado”
Pensa assim porque está de barriga cheia, não se pode pagar uma dívida, negoceia-se a mesma, não se pode ter o povo a morrer à fome.
“Durante anos as pessoas perceberam que houve muito dinheiro. Hoje há falta de dinheiro”
Falta de dinheiro? Claro, nos bolsos dos de sempre. Do Soares dos Santos, Belmiro, Amorim, da banca em geral (ainda ontem o BPI apresentou 80 milhões de euros de lucro no primeiro semestre de 2012), estes de certeza que não pensam assim.
“Quando olhamos para trás sobram menos dúvidas, pois o caminho que
fazíamos antes só nos conduzia à desgraça, esse não pode ser o nosso caminho, pois o país ficaria sem
dinheiro para pagar reformas e salários"
Essa é a ladainha que nos enfiam todos os dias. Que fizeram ao dinheiro? Queimaram-no? Que se saiba não. O que aconteceu foi o capitalista especulador que o transferiu para paraísos-fiscais. Acabem com esse flagelo e verão que as coisas serão bem diferentes.
"sabemos bem para onde vamos, vamos sair daqui melhor do que quando cá chegámos”
Salazar não diria melhor, aliás esta frase foi proferida pelo assassino aquando da tomada de posse como Presidente do Concelho em 1932.
Pelo meio, está constantemente a dizer frases como: "não somos umas baratas tontas", "que se lixem as eleições", "não encontram emprego cá, há sempre a possibilidade de emigrar", entre outras alarvidades afins.
Passos Coelho trata o seu povo como este seja atrasado mental, trata-o, tal como o ditador de S.Comba com desdém e sem o menor respeito, a sua ideologia de direita ulta-liberal faz com que olhe para nós com pena e tenta passar a imagem que temos de nos resignar à nossa pequenez e à fatalidade de sermos pobres, por isso temos de aceitar a caridade que nos dão sem pestanejar.
São burros ao pensarem assim, as ditaduras não foram nem são eternas, os governos também não, sejam eles quais forem, os povos, ao longo dos milénios sempre souberam encontrar o seu destino, continuam na procura do melhor, o dia virá em que o mundo não mais terá exploração e fome, chegará mais cedo do que "eles" pensam.
A humanidade só será livre quando o último capitalista for enforcado com as tripas do último burocrata.
24 de julho de 2012
REFORMA AOS 50 ANOS, QUEM NÃO QUER?
Que Portugal é um país a saque já sabíamos, que as desigualdades entre cidadãos são regra também, que a classe política tem um rol de regalias que mais ninguém tem também é verdade, finalmente, que há na política grandes sacanas, oportunistas, alguns até vigaristas que se refugiam na mesma para daí tirarem benefícios pessoais também.
O personagem da imagem cabe na maioria dos adjectivos atrás referidos. Tem CINQUENTA ANOS de idade, VER AQUI, e ao abrigo de uma lei de RAMALHO EANES, tem direito a uma reforma vitalícia (eles chamam-lhe subvenção) de 2.800 €uros.
Que moral tem esta gente de nos vir pedir sacrifícios?
Como pode esta gente viver de consciência tranquila ao saber que "lá fora", na valeta, vivem 2 MILHÕES de portugueses com fome?
Como pode esta gente estar bem consigo mesma quando um qualquer cidadão só se reforma aos 65 anos e eles que nunca fizeram nada de útil na vida se reformam com menos de cinquenta anos?
Não me alongo nos comentários pois teria de ser (mais) deselegante e arriscava um qualquer processo por difamação.
Mas não é só ele, alguns acumulam esta subvenção com ordenados principescos no sector privado.
Assunção Esteves, Armando Vara, Jorge Coelho, António Vitorino, Duarte Lima, Dias Loureiro, Ferreira do Amaral, Ângelo Correia, só para referir os mais mediáticos.
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21 de julho de 2012
EM GOVERNO DE FACHOS, QUEM TEM UM RELVAS É REI
Inscreveu-se pela primeira vez no ensino superior em 1984, no curso
de Direito da Universidade Livre, uma instituição privada. Em 1985
concluiu, após frequência escrita e prova oral, a disciplina de Ciência
Política e Direito Constitucional, com a classificação de 10 valores. Em
Setembro desse ano pediu transferência para o curso de História, ainda
na Universidade Livre. Matriculou-se em sete disciplinas, mas não fez
nenhuma.
Em 1995/96 pediu reingresso na Universidade Lusíada para o curso de Relações Internacionais. Não frequentou nenhuma cadeira.
A Universidade Lusíada anulou a matricula de Miguel Relvas em 1996 por
estar a dever 160.272 escudos (cerca de 800 euros) de propinas
Em Setembro de 2006 requereu a sua admissão à Universidade Lusófona
Em Outubro de 2007 Miguel Relvas "concluiu" a licenciatura!!!!!! em Ciência
Política e Relações Internacionais, curso com um plano de estudos de 36
cadeiras semestrais distribuídas por três anos, com a classificação
final de 11 valores. Esta licenciatura foi concluída em apenas um ano.
in - WikiédiaComo pode o tipo ser "doutor" em Outubro de 2003? Ainda por cima é caloteiro.
Que grande peta que esta gajo enfiou a toda a gente.
Como pode um aldrabão destes ser ministro?
Como se sentem os colegas de governo com este trafulhita a seu lado?
A maçonaria tem muita força, merda para tal gente.
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20 de julho de 2012
A CRISTAS NA CRISTA DO EUCALIPTO
A srª Cristas, que se diz ministra e logo de uma mão-cheia de "pastas", a saber: agricultura, mar, ambiente e ordenamento do território (não havia mais?), tem a seu favor a carinha laroca em que a natureza a beneficiou, porque de governação não vê um palmo à frente do nariz, limitando-se a favorecer os lobys dos latifundiários e dos grandes grupos que controlam as pastas em que é "responsável".
A notícia que ela confirmou em que a plantação do eucalipto vai ser "liberalizada", ou seja, até agora o dito só o podia ser com autorização do ministério e das autoridades competentes, agora qualquer bichocareta à procura do lucro fácil o pode fazer sem passar cavaco a ninguém. Para além de nos terrenos em que houvesse incêndios a plantação a recolocar seria SEMPRE a mesma que existia antes.
Agora não, um terreno que tivesse pinheiro (de lucro a longo prazo), o proprietário pode lá plantar eucalipto (de lucro quase imediato).
Ora bem, isto leva-nos a outra situação, sendo o eucalipto a principal matéria-prima para a fabricação de pasta de papel e sendo Portugal (Portucel) um dos maiores exportadores portugueses e mundiais dessa matéria, tendo nos países nórdicos o seu principal cliente, é de esperar que o loby em causa tudo faça para alterar a lei. A srª Cristas, estando ao serviço desses lobys, tudo fez para lhes agradar, esperando até um bom emprego quando sair da política.
"Também em Portugal esta árvore se comporta como uma espécie invasora embora nenhuma medida de erradicação tenha sido levada a cabo sobretudo devido ao valor económico da espécie. Contudo, dado que o eucalipto consegues absorver grandes quantidades de água no verão, apresenta vantagem competitiva sobre as demais espécies vegetais, com consequências nefastas para a biodiversidade das florestas. Outra polémica em torno desta espécie prende-se com os fogos florestais, um flagelo recorrente em Portugal na época de verão. De facto os eucaliptos encontram-se entre as espécies que mais iniciam e propagam fogos florestais, e, simultaneamente, fazem parte das espécies mais resistentes ao fogo." in - Wikipédia
19 de julho de 2012
O MINISTRO DA MORTE LENTA
O homem da Médis prepara-se para fechar as urgências dos hospitais de: Fafe, Santo Tirso, Macedo de Cavaleiros, Valongo, Oliveira de Azeméis, Peniche, Tomar, Montijo, Serpa, Montemor-o-Novo, Lagos e Loulé.
Entretanto os operadores que actuam na área dos funerais nestes locais, preparam-se para reforçar o stock.
Isto porque os óbitos vão aumentar de forma assustadora e os homens da "morte" esfregam as mãos de contentamento.
Sei que o ministro Macedo não vê o meu blog, paciência, de qualquer maneira aqui lhe deixo algumas perguntas e sugestões.
1 - O sr. já alguma vez foi pobre?
2 - O sr. ou os seus familiares já necessitou alguma vez de recorrer ao SNS ou a uma urgência num hospital publico.
3 - O sr. sabe o que é viver no interior do país e não ter cuidados de saúde nomeadamente urgências?
3 - O sr. sabe o que é viver no interior do país e não ter cuidados de saúde nomeadamente urgências?
4 - O sr, sabe que a saúde é um direito das pessoas e não um negócio?
5 - O sr. sabe que com estas e outras medidas vão aumentar os óbitos nomeadamente dos mais idosos?
6 - Como vai uma pessoa que necessite de uma urgência, em locais mais isolados (Montemor, Serpa) que não tenham meios (económicos, logísticos, etc.) nomeadamente idosos para se deslocar a Évora ou Beja, fazer para ser atendido?
Nem todos têm seguros de saúde sr. ministro, nem todos têm transporte próprio, nem todos têm meios económicos para ir de taxi, e, ambulâncias não existem em quantidade suficiente.
O senhor está a matar, sim, MATAR a população mais vulnerável e necessitada.
Mais uma vez sr. ministro a saúde não é um negócio.
17 de julho de 2012
MAIS UM CONTENTE POR TER NASCIDO (e ser ministro)
O palhaço (sem ofensa para os profissionais) da imagem veio hoje com pompa e nenhuma circunstância anunciar umas parvoíces (mais umas) para o enorme rol a que nos habituou.
Digo ao gajo o seguinte: Olha pá, toma-os tú e deixa-te de merdas, ou então dá-os aos teus pais e familiares, eu, como idoso pobre, dispenso-os, prefiro morrer devagar mas com dignidade.
Depois vem anunciar a abertura de mais não sei quantas SOPA DOS POBRES, armazéns para velhos sem o mínimo de condições e creches que das mesmas só tem o nome.
Ainda veio dizer que quem recebe RSI e está em condições de trabalhar, vai fazê-lo 15 horas semanais em autarquias e/ou instituições de solidariedade social. Quer dizer, que os desgraçados que recebem uma esmola do Estado, Estado esse que os desprezou e relegou para a miséria e a fome, vai obrigá-los a trabalhar a troco de uns míseros euros, fomentado assim a exploração de mão-de-obra.
Esta gente liberal, pró-fascista, capitalista, cruel, desumana, reles, ordinária e sem escrúpulos vem, toda contente e alegre anunciar o aumento de mais desgraçados, necessitados e esfomeados, em vez de anunciar que FINALMENTE ACABOU EM PORTUGAL A SOPA DOS POBRES, O RSI, O DESEMPREGO E A PRECARIEDADE, ACABARAM TAMBÉM AS REFORMAS DE MISÉRIA E OS SALÁRIOS DE FOME. Assim, sim, era um grande ministro e um homem com H grande.
Esta gente ainda não se convenceu que não queremos caridade, queremos trabalho e dignidade.
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14 de julho de 2012
MAIS UM ANJINHO PARA O ALTAR DOS TRAFULHAS
Ora ai está mais um politicozeco à portuguesa, parido pelo sistema burguês actual. Depois de tantas trapalhadas, trafulhices e vigarices, este personagem reinventou a arte de bem enganar o pagode laranja, porque a mim e a muitos como eu, gente desta nunca me/nos enganou.
O primeiro ministro ao "segurá-lo", está a demonstrar para além de fraqueza política, uma enorme relvas-o-dependência que até a mim me admira.
Quem apregoava aos cinco ventos, transparência (Passos Coelho e sua quadrilha) para além de todos os apaniguados que confiaram em tais sacanas, podem começar a limpar-se ao guardanapo da sujeira governamental.
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13 de julho de 2012
OPERÁRIOS VIVEM EM CONDIÇÕES DESUMANAS
imagem daqui
Na sequência do post anterior, veio hoje à estampa mais um caso que nos envergonha a todos, cerca de CINQUENTA trabalhadores das obras de construção do centro de dados da
Portugal Telecom na Covilhã vivem num armazém inacabado de uma zona
industrial, sem condições de habitabilidade. A empresa empregadora, uma tal Açomonta com a conivência deste sistema capitalista, desumano, explorador e neo-fascista, nada quer saber das condições destes operários, só o lucro fácil lhes interessa.
Sim, não há como o esconder, existe escravatura em Portugal. As ditas "autoridades" que têm como incumbência fiscalizar e punir este tipo de situações fecham os olhos, por onde anda o Álvaro canadiano? E os sindicatos? Será por serem operários originários de países africanos as "coisas" são diferentes?
Até quando vamos permitir situações destas.
11 de julho de 2012
GOVERNO ATIRA CRIANÇAS PARA A ESCRAVIDÃO
Crianças portuguesas estão a emigrar para trabalhar. Este tipo de notícia até me arrepia e devia de nos envergonhar a todos. Ao governo (sistema) por tal permitir, ou seja, por seguir políticas que levam a este flagelo, a nós todos por dar-mos a esta gente (governantes) sem escrúpulos a oportunidade de o fazer.
As actuais políticas seguidas pelos ultra-liberais do burgo, coadjuvadas pelos ocupantes estrangeiros liderados pela Troika, estão a empurrar Portugal para um abismo sem retorno, mais depressa do que eles próprios julgavam.
Portugal está-se a tornar um maná para os esclavagistas que vêm aqui um alfobre de mão-de-obra escrava, onde o fomento da miséria e da fome, tão ao gosto do capitalismo nacional e internacional tornou-se regra.
Este governo, já o tenho afirmado, está a regredir o país para níveis dos anos trinta. Por isso digo: quem votou nesta canalha que se vá limpando ao guardanapo da fome.
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6 de julho de 2012
ESTA GENTE NÃO PRESTA
Que havia portugueses de primeira, portugueses de segunda e até de terceira e quarta já o sabíamos, que a burguesia instalada em S.Bento, em Belém ou na Praça do Comércio fabrica as leis consoante os seus interesses e nunca nos dos povo, também se sabia; agora, esta mesma burguesia retirar dias de férias, subsídios, direitos, cortar feriados, etc., aos trabalhadores, pensionistas e reformados e eles continuarem a usufruir de regalias como se fossem cidadãos de outro planeta, a coisa cheira a vigarice.
Quer dizer:
Aos trabalhadores foi-lhes retirado dias de férias (de 25 para 22 dias úteis) os deputados vão gozar 66 dias, a saber: mês de Agosto, 17 dias em Julho e 18 dias em Setembro.
Um tal Mendes Bota, defensor acérrimo desta vigarice veio a terreiro afirmar que os "ilustres deputados" "...não têm nada que fazer nos períodos referidos...".
É preciso ser um cara de burro do caraças, não têm nada que fazer? Então para que são necessários tantos? Para agora chegarmos a isto?
É o sistema burguês a funcionar, é o desplante institucional a fazer lei, é a vergonha sem que ninguém a tenha, é a falta do mais elementar respeito pelo seu Povo, enfim, é o desacreditar neste sistema podre, corrupto e falido. Há que alterar este estado de coisas.
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5 de julho de 2012
O ÓPIO DO CAVACO
No Alentejo, a plantação de cereais, batatas, melões ou outros produtos comestíveis está a ser substituída pela plantação de papoila de ópio, de onde se extrai a heroína. Dizem os entendidos (nós entende-mo-los muito bem) é mais lucrativa (sic).
A plantação actual cobre uma área de cerca 10 hectares (mais ou menos 10 campos de futebol), mas a curto prazo e dado o lucro acumulado deverá ser bastante mais.
O "dono" da plantação (legal e aprovada pelo Direcção Geral de Agricultura) é um cidadão escandinavo e mantém a "coisa" altamente secreta pois ninguém dá a "cara" nem presta esclarecimentos. A colheita é adquirida na sua totalidade por uma tal MacFarlan Smith, poderosa multinacional britânica que se dedica entre outros "negócios" à comercialização do "minério".
O título do post (O ÓPIO DO CAVACO) é pertinente, pois foi no seu "reinado" que acabou a produção agricultura, as pescas e a indústria, foi no seu reinado que se dava dinheiro para abater tudo o que era produtivo. Agora, Cavaco e seus seguidores neoliberais devem de estar muito contentes ao ver que as decisões então tomadas, estão a dar frutos (de papoila).
Depois de venderem a pataco tudo o que é estratégico e dá lucro (EDP, GALP, REN, PT), preparando-se para fazer o mesmo aos CTT, TAP, RTP (outras se seguirão), estão também a transformar terra que nos dava pão em terra que produz DROGAS, dizem eles para a indústria farmacêutica - TRETAS.
O meu país está definitivamente entregue a gente medíocre e canalha, que não olham para o seu POVO como gente mas sim como mercadoria pronta para servir os "senhores" poderosos. A escravatura voltou.
ERGUE-TE POVO
3 de julho de 2012
EIS O ESTADO BURGUÊS A PROMOVER A ESCRAVATURA
Que este governo de canalhas trata o seu Povo como mercadoria, já sabíamos, que quer a todo o custo entregar aos capitalistas tudo o que mexe também, agora tornar a escravatura legal é que não se sabia. Com esta medida que tomaram em relação aos enfermeiros e prolongada a todos os sectores via novo código do trabalho é de uma crueldade atroz e que muita gente tem vindo a denunciar e combater. O que esta canalhada se prepara para nos "oferecer", é escravatura pura e dura, é o retorno aos piores anos do salazarismo/fascismo.
Há dois sectores (pelo menos) que NUNCA se poderão retirar verbas - SAÚDE E EDUCAÇÃO.
Contratar enfermeiros pelo preço mais barato a empresas de trabalho temporário é a coisa mais ridícula e deprimente para aqueles dignos profissionais. Trata-se da saúde dos portugueses e não de uma qual auto-estrada.
Já agora, porque não OBRIGAR, tal como nos tempos idos do fascismo, as enfermeiras a não poderem casar, não usarem saias/vestidos acima do joelho, não se poderem ausentar do país sem autorização do estado, etc..
Necessita-se urgentemente de dar a volta a isto, mobilização geral do POVO sem divisionismos bacocos, TODOS somos Povo, TODOS somos explorados, TODOS somos humilhados.
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