a humanidade só será LIVRE, quando o último corrupto for enforcado nas tripas do derradeiro capitalista

22 de julho de 2008

NÃO COMPRE, É CRIANÇA QUE FAZ

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Para 803 milhões euros
Lucros da «dona da Zara» crescem 26% em 2005

“(...) há que procurar os verdadeiros autores do milagre do Grupo ‘nas pequenas fábricas concebidas unicamente como um instrumento de alta produtividade a baixo custo…’, nestas fábricas, dizem [sociólogos galegos], ‘força-se os empregados a trabalhar em péssimas condições’.”“A relação laboral da Inditex com estes trabalhadores não existe. A Inditex oferece trabalho de empreitada a centenas de pequenas fábricas sem adoptar perante estas qualquer compromisso. Assim, o imenso polvo têxtil impõe condições a mais de quinze mil pessoas que trabalham numa das duas mil sociedades independentes que funcionam na Galiza e no Norte de Portugal. É nesta rede que recai a parte mais pesada do milagre Inditex, independentemente das condições em que produzem (...).”

«Por cada par de sapatos recebemos 40 cêntimos», diz Carlitos, 11, talvez 12 anos em voz sumida. «Como cosemos uns 50, vão-nos dar uns vinte euros», afirma, provando saber fazer contas de cabeça. Numa loja do Porto, Lisboa, Madrid ou Barcelona, o mesmo modelo não custará menos de 40 euros. Mas isso já ele não sabe...

Isto e muito mais.

Com a conivência de estados de fachada (como o nosso), sistemas políticos ultra-liberais (como o nosso), que permitem a exploração do homem pelo homem (como o nosso), etc., estes tipos fazem o que querem e ainda se dão ao luxo de afirmarem que mantêm 15 mil postos!!!! de trabalho e contribuem assim para o desenvolvimento !!! (sic), do país.

Se isto não é exploração de mão-de-obra infantil, escravatura e a maior falta de vergonha alguma vez vista, estão meus amigos vou ali e já venho….

Lembrem-se, quando comprarem algo numa loja ZARA, a artigo adquirido foi de certeza manufacturado por uma criança.

Que gente é esta…..


8 comentários:

Marreta disse...

Pelos vistos entre o Paquistão, Índia, Malásia ou Europa não existe grande diferença. Apenas que uns nem sequer tentam esconder o trabalho infantil, enquanto outros presunçosamente do 1º mundo teimam em afirmar que ele não existe.
Na Zara nunca comprei nada. Procuro sempre evitar material espanhol.
Saudações do Marreta.

Zorze disse...

É a Zara e outras multinacionais. Só vêm o lucro, os números, os balanços e balancetes. A Pessoa Humana é apenas um meio para atingir o fim.
Mas o íncrivel é que muita gente sabe disto e compra na mesma. Autênticos zombies a calcorrear as avenidas dos centro comerciais.

Abraço,
Zorze

Ana Camarra disse...

Ferroadas

São os do costume...
Os Bildeberg, os do FMI, os do G8, os da guerra do Irão, os preço do petroleo, os da conjuntura internacional, os das deslocaçlizações das empresas.
As merdas de sempre, sempre...

beijo

SENSEI disse...

Que gente é esta?

É gente que devería ser eliminada de vez do mapa.

Savonarola disse...

Um autêntico descaramento. Trata-se de uma forma grosseira de escapar a qualquer tipo de controlo por parte das autoridades. Espalhando os lugares de produção, mais difícil a fiscalização sobre as formas de produção. Uma exploração do trabalho infantil, a merecer esta e muitas mais denúncias.

Um abraço anarquista

SENSEI disse...

Ferroadas, domingo por Sesimbra?
Vai um cafézinho?
É só combinar onde e a que horas, se quiseres, claro!

Apita no eu blog

Pata Negra disse...

Mais importante do que punir aqueles que vivem do trabalho infantil é punir o sistema que faz com as crianças tenham de trabalhar.
Proibir estas crianças de trabalhar pode significar proibi-las de comer.
Por isso, antes de acabar com o trabalho infantil é preciso acabar com a extrema pobreza e para acabar com a extrema pobreza só há um caminho: acabar com o governo que privilegia os mais privilegiados!
Um abraço anti-xuxalista

ferroadas disse...

Sensei

Só agora vim à net. Fica para outra oportunidade.
Obrigado pela lembrança


Pata Negra

Tens toda a razão, o problema está no sistema que o permite.


Marreta, Zorze, Savonarola, Ana Camarra

É o capitalismo no seu estado mais explorador.