a humanidade só será LIVRE, quando o último corrupto for enforcado nas tripas do derradeiro capitalista
a desobediência é a verdadeira base da liberdade, os obedientes são necessariamente escravos

20 de novembro de 2008

CONSTÂNCIO, O GENEROSO

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Este tipo no alto da sua arrogância fascisoide é parvo.

Dizer que o subsídio de desemprego é “generoso” só mostra a seu total desprezo por quem o recebe, mostra o seu total desconhecimento do problema, mostra no fundo que tipo de pessoa!!!! é, um pulha.

Este senhor é mais um daqueles que se encostam aos partidos políticos e vegetam em seu redor, mendigando um tacho, a troco do beija-mão circense muito ao estilo máfia napolitana.

São uns tristes, uns déspotas, uns pulhitas de pacotilha, que mais não sabem fazer do que dizer asneiras e de ofender os outros. Gente desta não merece a água que bebe.


7 comentários:

duarte disse...

até merecem àgua...forte,pelas guelas abaixo!!!
duarte com gripe e sem subsídio

alex campos disse...

Dramático, dramático, mesmo dramático é que eles já não têm vergonha nenhuma, mas o povão também já tem pouca capacidade de indignação.
é isso que me lixa.
Um abraço

Marreta disse...

Ao tempo que ele anda a mamar na teta do Banco de Portugal. Será que justifica o ordenado milionário que aufere para... não fazer nada?! Onde é que ele andava que deixou o BPN chegar ao estado a que chegou?
O ordenado dele é que mais do que generoso para a produtividade que apresenta. Parece-me que já está na hora é de ele ir para o desemprego, mas sem subsídio!

Saudações do Marreta.

paco disse...

Esse país está é a precisar de uma ETA.

Zorze disse...

Cada vez ouço mais a frase: "Este país está a precisar é de uma ETA".

Já o ouvi de pessoas que nunca pensei a ouvir.

Abraço,
Zorze

Anónimo disse...

Seja qual for o nome, Portugal está a precisar de um grupo organizado que não tenha nada a ver com esta gente. Nem será preciso fazer muito sangue.Basta que a organização seja pela DEMOCRACIA (que ainda cá não chegou).
Eu vim de longe, de muito longe...
Urbana Guerra

Anónimo disse...

Leio comentários, aqui e quase em toda a parte, que revelam ignorância, má-fé e uma aversão congénita à discussão.

Não vislumbro uma ideia, um argumento honesto, uma crítica. Vejo um deserto de ideias. Deprimente. É tão fácil seguir o mote tornado moda e copiar os outros, na mesquinhez e no arroto. Houvesse por aí, ao menos, uma pontinha de humor inteligente, uma fina mordacidade, um fio de sabedoria inquieta. Seria bem-vinda. Mas nada. Apenas ruído, apenas boçalidade (o "povão", "eles", a ETA ...).
Que gente catita, tão satisfeita a esmurrar o teclado. Mas defendo o proclamado direito à indignação... desde que possa corrigir-vos esse português tão mau em tão escassa prosa. No fundo, é isso que me lixa.