a humanidade só será LIVRE, quando o último corrupto for enforcado nas tripas do derradeiro capitalista

1 de junho de 2010

AFINAL O SISTEMA ANDA NERVOSO



Segundo apurou o SOL a confusão começou devido a um desentendimento entre um cliente de um café e um empregado desse mesmo estabelecimento que chamou de imediato a polícia.
Logo de seguida chegaram cerca de 20 polícias, incluindo elementos do corpo de intervenção, armados com carabinas, para tentarem apaziguar os ânimos.
No entanto, no local encontravam-se centenas de pessoas que tinham participado na manifestação contra o Governo, convocada pela CGTP do dia de hoje, e após algumas trocas verbais, a polícia começou a agredir manifestantes.
Os membros do corpo de intervenção da polícia começaram a agredir as pessoas presentes no local com bastões e alguns elementos da polícia à paisana agarraram em alguns manifestantes, atirarando-os para cima de esplanadas e contra as montras dos restaurantes.
Cerca de 20 minutos depois da confusão se ter instalado, a polícia chamou reforços de modo a ajudar as restantes forças policiais a se retirarem do local.
A maior parte dos polícias no local não se encontravam identificados.

(in-Jornal Sol)

Tudo isto motivado por um tipo não querer pagar um café? Ou haverá mais qualquer coisa por trás?

Quem manda nestes polícias? Quem os enviou? Quem é o responsável? Ou  por serem polícias estão impunes.

Qual o motivo de não possuírem identificação? Vivemos onde? Porque andam tão nervosos?

Quanto a mim esta perseguição infundada é sinal que o sistema está podre e corroído, onde as actuais organizações burguesas  não têm alternativa, por isso a mesma, passará pelas organizações populares de base, pela auto-gestão e o afastamento das classes burguesas dos corredores do poder.   

2 comentários:

Pata Negra disse...

Ainda por cima agrediram malta da minha camioneta!
Isto dava um título: "como um tipo não querer pagar um café pode ser mais notícia do que 299 999 manifestantes"
Um abraço da avenida (sei de fonte que o tipo que não quis pagar o café era um marreta)

Marreta disse...

Epá, desilusão, afinal não era eu. Eu não quis pagar uma imperial choca.

Saudações do Marreta.