a humanidade só será LIVRE, quando o último corrupto for enforcado nas tripas do derradeiro capitalista
a desobediência é a verdadeira base da liberdade, os obedientes são necessariamente escravos

18 de janeiro de 2009

18 DE JANEIRO DE 1934

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Homens e mulheres corajosos, povo em armas contra o opressor fascista, foi assim o 18 de Janeiro de 1934 um pouco por todo o país. Marinha Grande foi onde se registou maior adesão popular, mas também no Barreiro, Lisboa, Elvas, Covilhã, Portimão, Olhão, Castelo Branco, Porto e outras localidades o levantamento popular teve inúmeras adesões. Anarquistas, comunistas, socialistas e inúmeros sem partido mas todos imbuídos numa união solidária e revolucionária, fizeram tremer o regime. Contudo, rapidamente, as forças militares da Infantaria 7, Artilharia nº 4, a polícia e a PVDE (percusora da PIDE) atacaram e puseram fim ao movimento. Seguiu-se a maior onda de repressão que há memória, a maioria dos revolucionários foram presos e em Outubro de 1936 muitos dê-les iriam "inaugurar" o campo da morte lenta (Campo de concentração do Tarrafal) onde alguns acabaram os seus dias, nunca mais regressaram.
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Aqui presto a minha homenagem a esses Homens e Mulheres.
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7 comentários:

Anónimo disse...

Perderam a batalha...Mas a guerra ainda está para vir,e o POVO irá ganhar.

Mariazinha disse...

Que haja coragem de se repetir estes feitos.

Um abraço libertário!

Marreta disse...

Justa homenagem a esses homens e mulheres que com coragem e tenacidade não hesitaram em lutar contra a opressão e a podridão.
Creio que actualmente também estamos a precisar de gente deste estofo para dar cabo do bolor que se apoderou da nossa sociedade.

Saudações do Marreta.

ABRIL DE NOVO disse...

O chamado Soviete da Marinha Grande foi um marco na História da resistência antifascista, com participação dos militantes anarco-sindicalista e do PCP, embora na altura o camarada secretário-geral Bento Gonçalves tenha considerado a revolta da Marinha Grande como “uma anarqueirada”. Foi um episódio épico na gloriosa luta contra a fascização dos sindicatos, um feito heróico da classe operária. Os revolucionários do 18 de Janeiro, que foram deportados para o Campo da Morte, então criado, o Campo de Concentração do Tarrafal. Um exemplo de grande coragem revolucionária.

ABRIL DE NOVO

http://abril-de-novo.blogspot.com/

ferroadas disse...

Apesar de ser na M.Grande onde a resistência se fez notar com mais fervor, não (nunca) poderemos esquecer outros locais onde a mesma foi heróica: Barreiro, Portimão, Silves, Lisboa, Almada, Sines, Covilhã, entre outras. link completo http://lutaremos.wordpress.com/2009/01/17/18-janeiro-de-1934/

Abraço

mescalero disse...

Homenagem merecida

Estafermococus disse...

Uma data para recordar, sem dúvida.