a humanidade só será LIVRE, quando o último corrupto for enforcado nas tripas do derradeiro capitalista

10 de outubro de 2013

PASSOS COELHO, O EMBUSTE


"se eu falhar a minha missão é o país inteiro que falha"   in - Passos Coelho

Já me começam a faltar palavras para classificar Passos Coelho, desta vez saiu-me EMBUSTE.

Não vi a conversa em família de ontem, o que sei é o que tenho "apanhado" em blogues e na imprensa escrita, mas pelo que me vou apercebendo a "coisa" mais pareceu a costumeira propaganda vs banha-da-cobra vs vender gato por lebre, afinal nada a que não estejamos habituados.

A frase que começa este post e proferida pelo EMBUSTE, define a fraca personalidade do personagem e acima de tudo, uma tremenda falta de respeito pelos milhões de esfomeados e pedintes deste país, na linha de outras em que destaco a célebre "não existem alternativas à austeridade".

Penso até que Salazar não diria  melhor, recordo-me daquela "sei muito bem o quero e para onde vou, mas não me exija que chegue ao fim em pouco tempo, no mais que o país estude, represente, reclame, discuta, mas que obedeça quando chegar a hora de mandar". Esta frase do mais puro fascismo, ficaria bem na boca de Passos Coelho. 

Definitivamente, Passos Coelho e seus acólitos não conhecem o país que (DES) governam, não o ouvem, não o sentem, e programas como o de ontem, apenas servem para aumentar o ego do EMBUSTE à conta de uns personagens mais ou menos escolhidos a dedo pela RTP. 

Nota
Com as políticas sociais e económicas que se seguem (2014 e seguintes) Portugal tornar-se-há um maná para nacionalismos fascisoides que aos poucos vão submergindo por essa Europa fora, em França, segundo uma sondagem de ontem, o partido de Le Pen seria o mais votado, na Hungria, Bulgária, Áustria, a extrema direita no poder, está a levar a cabo medidas racistas e xenófobas mesmo nas "barbas" na UE, para não falar na Grécia com resultados que todos conhecemos. E este, meus amigos, é o meu receio, os partidos do sistema parece que não vêm ou não querem ver, apenas lhes interessam os "mercados", a banca, o défice e os cortes a que eles chamam de "poupanças", depois, bem depois já será tarde demais.      

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