a humanidade só será LIVRE, quando o último corrupto for enforcado nas tripas do derradeiro capitalista

22 de novembro de 2010

CIMEIRA (2)


Segundo jornais de hoje, eram 3 (três) polícias para 1 (um) manifestante. Das duas uma: ou estes eram meia-dúzia de arruaceiros mal comportados, ou afinal a polícia não necessita de mais efectivos, como os seus comandos tanto apregoam.

O que se passou na Avenida (dita) da Liberdade, de liberdade nada teve, foi um atentado aos mais elementares direitos constitucionais. Privar cidadãos e cidadãs de circular livremente numa artéria é reprimir esses mesmos direitos e, meus amigos, dêem-lhe as voltas que derem, a isto chama-se privação do direito de circulação. 

Mais, ao colocar estes perigosos "terroristas" dentro dum cordão policial fortemente armado e pronto (via-se nos olhos deles que estavam mortinhos para arrear) a dar porrada, é, quanto a mim, duma baixeza sem limites e duma enormíssima falta de coragem. 

O que falta a certas "organizações" e respectivos "chefes" é a LIBERDADE que cidadãos e cidadãs LIVRES têm, é fazer e dizer o proibido, o incómodo, o politicamente incorrecto, o ser numa palavra, LIVRE, coisa que eles não são. Para esses eu digo, VIVA O PODER POPULAR.

Falo ainda do impedimento de teor fascista a cidadãos e cidadãs LIVRES que pretendiam vir a Lisboa participar nas manifestações anti-guerra e anti-nato. Nunca pensei que no Portugal de Abril tal pudesse acontecer, só faltou entrega-los a um qualquer pelotão de fuzilamento como fazia Salazar ao entregar patriotas espanhóis a Franco. 

1 comentário:

Kapikua disse...

Parece que de Liberdade só temos mesmo a Avenida....

Grande abraço